Aos poucos vamos percebendo que o medíocre, que o verdadeiro covarde não é aquele que treme diante do mundo, mas aquele que treme diante de si mesmo.
E o mesmo tempo que leva as coisas, que afasta pessoas, também muda olhares, suave curso d’água que aos poucos molda a dura rocha. À medida que deixamos que as águas dos céus avolumem o nosso rio, as pedras, antes obstáculos, passam a não mais nos preocupar... Mas agora há uma missão maior, que a nossa ingenuidade não nos deixava ver...
Temos que encontrar o mar!!
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