sábado, 14 de julho de 2012

Chuva nos olhos

Alguém me dá um pára-brisa
Tem chuva nos meus olhos!
Um orvalho escorre pelo vidro, incômodo.
Estou preso aqui dentro
e não sei ver nada lá fora

Está embaçando,
Não sei ver nada lá fora.
Alguém! Pode ser você que está passando!
senta aqui do lado
e me empresta um desses sonhos,
dos que sabem ver!

Seu fechar os olhos, tudo acaba assim?
Não!
Como assim? Como não, como sim,
como o que precisar, mas, não!

Como chove, eu gostaria também de te ver...
Com aqueles olhos,
olhos que você me deu por também não ver, lembra?
Não... Eu sei. Vê que ver só eu vi, viu?
Neles não chove assim, orvalho é carinho vil.

Não chore não, chorar é ruim, é resto, é vão!
Talvez num desses beijos que as cortinas se dão
de baixo para cima, se encontrando aqui no meio,
eu escorra junto a uma dessas gotas!

Isso não se faz, se se fizesse,
por você, eu faria também!
Eu vôo indo, tudo, tudo lindo!
Eu não sei ver nada lá fora, zen.

Eu não sei ver nada lá fora, blemblem.
Com cor, ação?
Sem til? Sim, ta! Sem ti?!


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Nunca Esmoreças

"Se atravessas grandes provas,
Na estrada em que te renovas,
Guarda a calma ativa e sã;
Sofre, mas serve e caminha,
Vence a sombra que te invade,
Se a hora é de tempestade,
Há novo dia amanhã."

Emmanuel

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